quarta-feira, fevereiro 06, 2008


Pensamentos Preferidos

“Se as coisas são inatingíveis…ora! Não é motivo para não quere-las…
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas…”

(Mário Quintana)


“Talvez seja utopia, mas se eu não deixar que se embote a minha sensibilidade, quando eu envelhecer, em vez de estar ressequida, eu terei chegado ao máximo exercício de meus afectos.”

(Lya Luft- Perdas e Ganhos)


“ Quando os seus sonhos se despedaçarem,
Varra os bocados e guarde-os.
Pontinhas de esperança podem ser encontradas
Nas ruínas de sonhos estilhaçados.”

(Cherry Hartman)


A vida é uma única moeda e tu poderás gastá-la como desejares…mas apenas uma vez.

( De autor desconhecido)


“Viver…é chegar onde tudo começa
Amar…é ir onde nada termina
Viva… como se fosse cedo
Reflicta…como se fosse tarde.

Sinta o que você diz…com carinho
Diz o que você pensa…com esperança
Pense o que você faz…com fè
Faz o que você deve fazer…com amor.”

( Judy França )


“Onde a força impera não há amor
Onde o Amor impera as forças não contam.”

( Carl Gustav Yung )


“A cada dia que vivo, mais me convenço que o Desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

( Carlos Drumod de Andrade )


“ Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo:
Nem ele me persegue, nem eu fujo dele…um dia agente se encontra.”

( Mário Lago )


“Gosto e preciso muito de ti
Mas quero logo explicar
Não gosto porque preciso
Preciso sim, porque gosto.”

( Mário Lago )



“Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até aonde os outros já foram.”

( Grhan Bell )


“Sempre há um pouco de loucura no amor,
Porém sempre há um pouco de razão na loucura.”

( F. Nietzshe )


“Para se fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor.”

( Mozart )


“Quanto mais fecho os olhos,
melhor vejo…
Meu dia é noite quando estás ausente…
E à noite vejo o sol
se estás presente…”

( Shakespeare )


“Passamos metade da vida à espera daqueles que amamos e outra metade a deixar os que amamos.”

( Victor Hugo )


“Antes de construir um muro
Pergunto sempre quem estou murando
E quem estou deixando fora.”

( Robert Frost )


“A vida só pode ser compreendida
olhando-se para trás
mas só pode ser vivida
olhando-se para a frente.”

( Soren )


“Comece fazendo o que é necessário,
Depois o que é possível, e de repente
Você estará fazendo o impossível.”

( S. Francisco de Assis )

“Aprendemos a voar como pássaros,
E a nadar como peixes,
Mas não aprendemos a conviver como irmãos.”

( Martin Luher King )



“Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade.”


( Charles Chaplin )



“Para quê repetir erros antigos
Quando há tantos novos a cometer.”

( Bertrand Russel )


“O tempo é muito lento
Para os que esperam,
Muito rápido para os que têm medo,
Muito longo para os que lamentam,
Muito curto para os que festejam.
Mas, para os que amam
O tempo é eternidade.”

( William Shakespeare )


“Dai-nos força Senhor,
Para aceitar com serenidade
Tudo o que não possa ser mudado.
Dai-nos coragem para mudar
O que pode e deve ser mudado.
E dai-nos sabedoria para distinguir
Uma coisa da outra.”

( Almirante Hart )


“Se choras por não ver o Sol,
As tuas lágrimas
Impedir-te-ão de ver as estrelas.”

( Tagore )


“Me ame quando eu menos merecer,
Pois é quando eu mais preciso.”

( Provérbio Chinês )


“Você não pode ensinar nada a um homem;
Você pode apenas ajudá-lo
A encontrar a resposta dentro dele mesmo”

( Galileu )


“Há pessoas que nos falam e nós nem a escutamos;
Há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam
Mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre.”

( Cecília Meireles )


“Durante muitos anos esperamos encontrar alguém que nos compreenda, alguém que nos aceite como somos, capaz de nos oferecer felicidade apesar das duras provas.
Apenas descobri esse mágico alguém é o rosto que vemos no espelho.”

( Richard Bach )


“Eu não me envergonho de corrigir os meus erros e mudar as minhas opiniões, porque não me envergonho de raciocinar e aprender.”

( Alexandre Herculano )


“Compreender a poesia é olhá-la sem a tentação de lhe perguntar nada.
É aceitar o núcleo de silêncio donde todas as formas se destacam.
A obra vale pela densidade de silêncio que impõe.”

( Eduardo Lourenço )


“A literatura, como toda a arte,
é uma confissão de que a vida não basta.”

( Fernando Pessoa )











terça-feira, fevereiro 05, 2008

Frases muito...


Frases Muito…



O amor é como a gripe…
Apanha-se na rua e cura-se na cama.

Os autarcas são as pessoas mais católicas do mundo…
Nunca assinam nada sem levarem um terço.

Os mamilos das mulheres são como o Playstations II…
São feitos para crianças e quem brinca são os pais.

Pior que não ter nada para vestir…
É não ter ninguém para despir.

Não procures o Príncipe Encantado…
Procura antes o Lobo Mau…
Ele ouve-te melhor e ainda te pode comer.

As vegetarianas não gemem nem gritam
Quando atingem um orgasmo…
Porque não querem admitir que um bocado de carne lhes possa dar prazer.

Os homens têm a consciência limpa…porque nunca a usam.

O membro mais leve do corpo é o pénis…
Basta um pensamento para o levantar.

O beijo é uma forma de cultura…através dele conhecemos várias línguas.

Uma mulher feia é como uma pantufa…em casa ainda vai, mas não se pode levar para a rua.

Os ex-namorados são como os hambúrgueres…sabemos que não devemos, mas sempre acabamos por comer de vez em quando.

Depois de fazerem amor:
10% dos homens viram-se para a esquerda.
10% dos homens viram-se para a direita.
80% dos homens vão para casa.

As mulheres são como o Circo…
Debaixo dos panos é que está o espectáculo.

A diferença entre uma pilha e um homem…
É que a pilha tem sempre um lado positivo.

O homem é como a vassoura…
Sem o pau não serve para nada.

Vale mais ser um alcoólico anónimo…
Do que um bêbado conhecido.

A educação sexual…consiste em dizer obrigado no fim.

Nunca alguém vencerá a guerra dos sexos…
Há demasiada confraternização entre os inimigos.

O melhor negócio do mundo é abrir um bordel…
Em caso de falência ainda se pode comer o stock.

Quando um homem abre a porta do carro a uma mulher…
Um ou outro são novos.

Se os homens são todos iguais…
Por que é que as mulheres escolhem tanto?

Enquanto o meu Chefe disser que me paga muito…
Eu faço de conta que trabalho muito.

O corno é como a árvore das patacas…
Quando menos se espera somos contemplados.

Se o porco tem 4 pernas…
De onde vem o “Fiambre da Perna Extra”?

sábado, fevereiro 02, 2008

A Morte do Islão


A Morte do Islão

Miguel Sousa Tavares, na última edição do Expresso esqueceu os protestos contra a nova lei que proíbe fumar nos espaços fechados e oferece-nos uma reflexão sobre o Islão a propósito da “guerra santa” que os radicais islâmicos, sob a inspiração de Osama Bin Laden, desencadearam contra o Ocidente e que vale a pena transcrever:


“…E pela enésima vez, penso nesse insondável mistério da história: porque é que uma derrota militar, (a conquista de Granada aos mouros em 1492 pelos Reis Católicos) e mesmo a retirada para o lado de lá do estreito, foi capaz de significar a morte de uma civilização tão brilhante quanto a civilização árabe da Península?

Para onde foram os geógrafos, os cartógrafos, os físicos, os astrónomos, os matemáticos, os arquitectos, os construtores de jardins que fizeram o apogeu do Al -Andaluz?

Que imensa nostalgia ou letargia pode justificar um tão grande sono de mais de quinhentos anos, durante os quais podemos contar pelos dedos de uma mão os árabes que deram um contributo ao avanço da ciência, da arte, da civilização humana?

A verdade é que, no mesmo ano da conquista de Granada, os Reis Católicos lançaram-se na aventura das Índias e, meia dúzia de anos depois, os portugueses lançaram-se à descoberta do Brasil e da rota marítima para a Índia. E esse foi apenas o começo de uma civilização que, desde então, não parou de avançar e de descobrir coisas novas, desde vacinas e tratamento de doenças até à lua e ao espaço, da construção de cidades e países inventados no outro extremo do mundo até aos computadores e às telecomunicações instantâneas.

E o que fez o mundo árabe durante todos estes séculos? Descobriu que tinha petróleo…

Penso nisso agora, também ao ouvir as notícias de que, mais acima, em Barcelona, a polícia desmantelou uma rede terrorista da Al-Qaeda que se preparava para fazer atentados suicidas no Metro de Barcelona. Uma dúzia de paquistaneses tinha atravessado meio mundo para virem matar inocentes, homens, mulheres, crianças, cujo único crime é o de não se guiarem pelos mandamentos do Profeta. Que sentido faz isso, que legitimidade pode haver no terrorismo islâmico?

Como é que um livro sagrado, escrito há mil e quatrocentos anos, pode servir para legitimar a cobardia e a loucura terroristas?

Como é que povos regra geral tão miseráveis, em estado de desenvolvimento económico e cultural tão lastimável, podem ter como desígnio primeiro lançar bombas bombardear as nossas cidades, fazer explodir os nossos transportes, ensinar às sua crianças nas madrassas o ódio e o resgate divino pelo terror, em lugar de se ocuparem em formar médicos, cientistas, poetas, dar às mulheres condições de dignidade humana, construírem cidades habitáveis com um mínimo de dignidade, dotarem-se de sistemas políticos em que o poder é escolhido pelos cidadãos e não usurpado por uma casta teocrática de barbudos que odeiam a vida e tudo o que representa o progresso e a harmonia que os seus antepassados celebraram no Al- Andaluz?

Podemos, se isso ainda fizer algum sentido para eles, pedir desculpa pelas Cruzadas- que foi um momento de barbárie e estupidez, como são sempre os actos ditados pelo extremismo religioso. Podemos pedir desculpa pela Palestina, pelos campos de refugiados de Gaza, põe essa absurda invenção que foi a criação do Estado de Israel nos territórios há séculos habitados por palestinianos. Podemos e devemos pedir desculpa por coisas tão idiotas como a invasão e a ocupação do Iraque, decidida por meia dúzia de políticos mentirosos e ignorantes.

Podemos pedir desculpa por este capitalismo globalizado que transforma uma crise financeira provocada pela ganância de alguns banqueiros americanos numa crise económica mundial que vai sobretudo atingir povos que tentam sair do subdesenvolvimento à custa de imenso trabalho e sacrifícios.

Mas teremos, também, de pedir desculpa pela queda de Granada em 1492? Teremos de pedir desculpa por termos feito a Revolução Francesa e a Declaração Universal dos Direitos do Homem?

Por termos separado o Estado e a Igreja, por há termos abandonado o espírito das Cruzadas e da luta contra “o infiel”, por tratarmos as nossas mulheres em igualdade com os homens, ou por termos padrões de comportamento sociais e culturais que são diferentes mas que respeitam também a diferença do outro?

Teremos de regredir à Idade Média para que os guardiães do Islão deixem de nos querer ver mortos e aniquilados?

Nos jardins árabes de Córdoba, nos pátios e muros do Alhambra, há uma promessa de eternidade que não foi cumprida pelos descendentes dos seus construtores.

Onde estão hoje os Jardins Suspensos da Babilónia? Onde está a harmonia, o equilíbrio, a homenagem à vida que o Islão espalhou por toda a Andaluzia? Como é que deixaram que o Corão se transformasse num Código Penal irracional e num catálogo para terroristas? “Tu não verás nenhuma intervenção na obra do Senhor”- qual é a obra do Senhor no 11 de Setembro em Manhattan, ou no 11 de Fevereiro em Madrid, na estação de Atocha?

E tudo isto para quê? Para reclamar uma pífia vitória: trazem-nos cativos das suas ameaças, transtornar a nossa vida quotidiana à escala global, fazer do mundo outrora livre um mundo cada vez mais vigiado e policiado e fazer com que cada vez mais pessoas em todo o mundo associem o Islão à ideia de terrorismo e fanatismo? Não haverá ninguém, nenhuma voz autorizada e lúcida, no mundo islâmico que se dê conta de que o Islão se vem destruindo a si mesmo?"


Na verdade, todas estas interrogações vão assumindo cada vez maiores proporções no espírito de todos nós, incluindo os árabes espalhados por todo o mundo, porque esta voragem assassina e irracional, não serve os interesses de ninguém para além dos fanáticos líderes do movimento que perante as mortes e o terror que provocam devem sentir um prazer mórbido só possível em mentes doentias.

Em termos históricos é comum que impérios nasçam e depois de séculos de domínio desapareçam como potencias dominantes deixando atrás de si os rastos da sua cultura disseminada nos povos que dominaram…o que é perfeitamente inédito é que alguém pretenda fazer renascer um império muitos séculos depois através de um processo de morte, terror e obediência cega em nome de um Deus e de um texto escrito há mil e quatrocentos anos.

Todas as religiões, em especial as monoteístas, encerram perigos porque, ao contrário do que se possa pensar, as pessoas, procurando pela adoração de um Deus ficar mais fortes, tornam-se dependentes e portanto mais frágeis e, acima de tudo, manipuláveis e obedientes e por isso perigosas.

A liberdade fica coarctada e condicionada, criam-se cisões de graves consequências entre os seguidores de várias religiões e dentro de cada uma delas entre as diferentes facções, a capacidade altruística fica grandemente prejudicada pois uma coisa é agradarmos a nós próprios e outra é agradar a um deus qualquer e ainda mais com uma expectativa de retorno o que prejudica a sinceridade e genuinidade dos comportamentos.

O Império Árabe iniciou-se a partir da religião islâmica fundada pelo profeta Maomé sendo que, antes dele, a Arábia era composta por povos semitas que viviam em tribos falando a mesma língua mas com diferentes estilos de vida e de crenças.

Após a morte do Profeta em 632 a Arábia foi unificada por força da doutrina religiosa islamita e iniciada a expansão do Império Árabe em obediência ao livro sagrado do Alcorão cujos seguidores acreditavam que deveriam converter todos ao Islamismo através da Guerra Santa e, firmes nesta crença, expandiram a sua religião ao Iémen, Síria, Omã, Egipto, Palestina, grande parte da Península Ibérica até que em 732 foram travados pelos Francos, Carlos Martel na batalha de Poitiers, que barraram a sua expansão pelo norte da Europa e a partir daqui foram progressivamente perdendo parte do seu poder e força.

Durante o período das conquistas, ampliaram o seu conhecimento através da absorção da cultura de outros povos, levando-os adiante a cada nova conquista. Foram eles que espalharam pela Europa grandes nomes como Aristóteles e outros da antiguidade grega. Fizeram importantes avanços e descobertas médicas e científicas que contribuíram para o desenvolvimento do mundo ocidental. No campo cultural, artístico e literário deixaram igualmente grandes contribuições.

Mil e seiscentos anos depois os terroristas da Al-Qaeda, talvez saudosos de todo este esplendor e importância, resolveram retomar a Guerra Santa contra os ocidentais e todos aqueles, mesmo do seu próprio povo, que não alinhe com os seus objectivos e métodos bombistas e hoje já ninguém tem dúvidas que estamos mesmo envolvidos numa guerra que nos é movida pelo terrorismo islâmico que, na opinião de Miguel Sousa Tavares, está destruindo o próprio Islão.

O clima que se instalou é de medo, um medo legítimo perante esta erupção global de ódio islâmico infelizmente alimentado pela política desastrosa dos Estados Unidos com a invasão do Iraque.

Sem dúvida que há muito a rever nas relações entre a Europa/ Estados Unidos e os países árabes que podem, pelo menos, deixarem de constituir mais achas para a fogueira mas, a partir de agora, e tendo a situação chegado ao que chegou, é o próprio mundo árabe moderado, nas pessoas dos seus chefes políticos e religiosos, que tem de intervir com determinação neste problema pois o futuro que lhes está reservado é de um retrocesso a todos os níveis que sendo igualmente mau para nós será ainda bem pior para eles.


O reverendo Fred Line, australiano, que pediu uma moratória à imigração islâmica e a realização de estudos para verificar se o Islão é ou não violento, recebeu várias ameaças de morte. O quê? O Islão é violento? Repetes isso e és um homem morto!!! .......












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